terça-feira, 23 de setembro de 2014

Eu não consigo entender como as pessoas conseguem ser tão... ridículas. Vi uma dizer que o Brasil vive uma ditadura comunista! Como?!?! Em que mundo esse ser pode viver? E pior, 105 pessoas curtiram seu comentário, fora os outros milhares que não o viram para também deixarem seu "like". Acho que a sociedade brasileira realmente está definhando. Choro por todos estes... "seres"...

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Boa tarde - Good Afternoon

 Boa tarde.
 Esses últimos poemas que publiquei, os sem aspas, são realmente meus. Eu vario muito, hora ponho aspas nos textos de minha autoria, hora não, mas sempre que eu for postar algo que nao pertence a mim, com certeza deixarei o nome do autor. Apenas para deixar claro.
 E segundo, o que eu realmente queria dizer. Ultimamente, tenho andando num estado de total divergência com o mundo. Tudo está errado. Então a maioria do que eu escrevo se baseia em críticas sobre a sociedade em que vivo e o mundo como um todo. As pessoas precisam mudar. Com o tempo eu pretendo falar melhor sobre isso aqui, mas não hoje. 

  Good afternoon. Does somebody here that doesn't speak Portuguese? Better, is somebody here?? XD
  I know just a litlle of english, but I can post in this language too. So, if someone read this post and don't speak Portugese, comment and I'll answer you. And I promise that I'll post more. Thanks :)
A canção da sociedade


As máquinas rodam
E
Os proletários trabalham

Os lucros nascem
E
As crianças morrem

O homem é o lobo do homem
Que por ser bom, é corrompido pela sociedade
Que justifica o meio com o fim
Numa dança entre príncipes
E leviatãs
Onde quem erra o passo
É você.
Sete versos de opressão

Brancos
Negros
Amarelos
Vermelhos
Judeus
                                                                     Ateus

Humanos


domingo, 7 de setembro de 2014

"Nada deve parecer natural, nada deve parecer impossível de mudar."
Bertold Brecht

 Essa será a minha nova máxima a partir de agora, porque o mundo está mergulhado em erros e isso soa comum para todos, entretanto, a vida não é só isso, e não deixarei que seja simplesmente isso. 
Perguntas de um Operário Letrado

Quem construiu Tebas, a das sete portas?
Nos livros vem o nome dos reis,
Mas foram os reis que transportaram as pedras?
Babilónia, tantas vezes destruída,
Quem outras tantas a reconstruiu? Em que casas
Da Lima Dourada moravam seus obreiros?
No dia em que ficou pronta a Muralha da China para onde
Foram os seus pedreiros? A grande Roma
Está cheia de arcos de triunfo. Quem os ergueu? Sobre quem
Triunfaram os Césares? A tão cantada Bizâncio
Só tinha palácios
Para os seus habitantes? Até a legendária Atlântida
Na noite em que o mar a engoliu
Viu afogados gritar por seus escravos.

O jovem Alexandre conquistou as Índias
Sozinho?
César venceu os gauleses.
Nem sequer tinha um cozinheiro ao seu serviço?
Quando a sua armada se afundou Filipe de Espanha
Chorou. E ninguém mais?
Frederico II ganhou a guerra dos sete anos
Quem mais a ganhou?

Em cada página uma vitória.
Quem cozinhava os festins?
Em cada década um grande homem.
Quem pagava as despesas?

Tantas histórias
Quantas perguntas
Bertold BrechtQuem dera este poema fosse meu...

segunda-feira, 7 de julho de 2014

Derrotas e ilusões


Navegando por um mar de ilusões
Onde fomos parar meu amigo?
Tínhamos tanta certeza de nossos sonhos
E hoje tudo que nos resta
São lembranças de fracassos.

Lutamos contra monstros
Matamos todos, mas sempre perdíamos
O que nós fizemos meu amigo?
Lutávamos com a espada
Mas caímos sobre a cruz.

Almejamos um futuro de paz
E assim trouxemos caos
Está tudo perdido, meu amigo...


domingo, 6 de julho de 2014

Entre quatro paredes

Todas as fotos jogadas pelo chão
Em pura raiva
As paredes de seu quarto
Pintadas e manchadas
Com seu coração

Olhe para aquela doce menina
Veja o seu sorriso
Pintado como uma rosa
Doce como metanfetamina

Sinta o perfume
Ela está chegando...

Trajada de preto ela vem
Mais uma para a festa
Ela quer dançar
Com seus olhos no além

Brinque, beba e sorria
Pois a noite é uma dama
Que lhe abre as pernas
Enquanto chorava e gemia

Uma taça de vinho
Uma rosa na mão
Um carinho no cabelo
E néctar ao linho


quinta-feira, 15 de maio de 2014

O prólogo

  Eu fiquei pensando sobre o que eu deveria escrever como primeira postagem, então decidi que seria melhor eu falar do blog propriamente dito, o motivo deu tê-lo criado, o que irei postar, etc...
  Primeiramente: Eu evitarei divulgar isto aqui. Não por vergonha ou algo assim, apenas não me preocupo com quantas pessoas lerão o que irei escrever aqui ou quem irá. Na verdade, não estou nem me preocupando se de fato, alguém lerá qualquer coisa que eu escrever aqui. Eu criei esse blog como uma forma de transcrever meus pensamentos e impedir que eles me consumam, mas é apenas um teste, não sei se realmente dará certo ou conseguirei levar adiante.
  Eu não sei o que postarei aqui, os tipos de textos, seus conteúdos... Deixarei que aos poucos, as coisas vão tomando seu rumo.

  Quem sou eu?
  Tentarei aos poucos me descrever cada vez mais, como uma espécie de exercício para eu mesmo. Mas de antemão, eu já lhes aviso: sou uma pessoa prepotente.
 
  "E quem somos nós perante o Universo?" - Eu.